Pentest interno em redes corporativas para fechar caminhos de movimento lateral.
O atacante já está dentro — por um phishing, uma VPN exposta, uma credencial vazada. A pergunta que decide o seu risco não é se ele entra. É: até onde ele chega depois disso? Começamos de dentro, como um ransomware faria, e mostramos o caminho real até o controle total do domínio.
Avaliação prática de redes internas (Windows/AD, Linux, Wi‑Fi, VPN, servidores e serviços) com foco em impacto real e caminhos até dados sensíveis.
Por que a infraestrutura é o teste que mais dói quando falta
dos ataques operados por humanos comprometem um controlador de domínio.
Microsoft, 2025é o tempo médio até o atacante começar a se mover lateralmente na rede.
CrowdStrike, 2025é o custo médio de uma violação de dados no setor financeiro.
IBM, 2025O Active Directory é o cofre. É por ele que o ransomware passa.
Quando um atacante — externo ou um insider — alcança o controle do domínio, ele controla cada máquina, cada base de dados e cada backup. É esse o instante que transforma um incidente isolado em uma parada de operação, um resgate ou um vazamento. O pentest interno encontra e prova esses caminhos antes que alguém os use — elevação de privilégio, movimento lateral, quebra de segmentação e persistência.
- Priorização por risco e impacto no negócio.
- Evidências reproduzíveis (comandos, PoCs, prints, trilhas).
- Recomendações práticas e referências.
- Reteste incluso para confirmar correções críticas.
Na prática: como mapeamos e exploramos a infraestrutura
Caminho de ataque mapeado no BloodHound e explorado com NetExec, em ambiente de laboratório Active Directory (LAB.LOCAL). Contas, servidores e o grafo abaixo são fictícios, montados para ilustrar o método — nenhum dado de cliente aparece aqui.
Vetor A — Kerberoasting + Lateral Movement: do estagiário ao Domain Admin
Vetor B — Pass-the-Hash: NetExec → Pwn3d!
Partindo do acesso ao svc-backup (obtido via Kerberoasting no Vetor A), o pentester extrai o hash NTLM do adm-cardoso direto da memória do FILE-SRV01 e autentica no Domain Controller com ele. A senha do adm-cardoso nunca precisou ser craqueada — o hash foi suficiente.
O que você recebe
- Relatório executivo (resumo para gestão, impactos e riscos priorizados).
- Relatório técnico com evidências, PoCs, comandos e passos de reprodução.
- Mapa de superfície de ataque: visualização do sistema completo e de todas as vulnerabilidades identificadas.
- Recomendações práticas com referências (NIST/OWASP/CWE/Hardening Guides).
- Debrief técnico + executivo, com sessão de perguntas e respostas.
- Reteste para confirmar as correções críticas.